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Aluna do IFPA campus Bragança é selecionada para integrar o Parlamento Jovem Brasileiro

Giselly Correa, do curso técnico em Desenvolvimento de Sistemas, teve projeto de lei selecionado e terá experiência como parlamentar na Câmara

  • Publicado: Quinta, 23 de Agosto de 2018, 11h20
  • Última atualização em Quarta, 05 de Setembro de 2018, 19h21
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Três estudantes do Pará foram selecionados para a edição 2018 do Parlamento Jovem Brasileiro – o projeto da Câmara Federal que proporciona a estudantes uma experiência real da atividade legislativa, em Brasília.

Além de Giselly Correa, aluna do IFPA campus Bragança, foram selecionados Welfesom Campos Alves, que cursa Eletrônica no IFPA campus Belém, e Luiz Felipe Farias do Santos, do Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré, também da capital.

Os três elaboraram projetos de lei que foram submetidos a uma seleção em duas etapas, estadual e nacional. Oito projetos paraenses avançaram à etapa nacional, que escolheu três proposições. Os autores vão representar o Pará na próxima edição do Parlamento Jovem, que inclui uma jornada parlamentar de uma semana em Brasília, de 1 a 5 de outubro. Eles poderão vivenciar o ambiente do parlamento, votando e discutindo seus projetos em comissões especiais e no plenário da Câmara Federal. Todas as despesas serão custeadas pela Câmara dos Deputados.

O projeto de lei elaborado por Giselly propõe tornar obrigatória no Ensino Fundamental II a inclusão de atividades de valorização cultural, histórica, artística e ambiental. Pelo texto, deverão ser reservadas ao menos quatro horas mensais para estas atividades, que poderão incluir visitas a espaços culturais, parques, museus e pontos turísticos, além de outras atividades culturais fora da instituição de ensino. O projeto prevê que as atividades deverão ser contabilizadas como carga horária dos estudantes e professores envolvidos.

Já o projeto elaborado por Welfesom Campos Alves, do IFPA campus Belém,  propõe a implementação de núcleos de educação fiscal na rede pública, com o objetivo de incentivar a fiscalização dos gastos públicos e estimular a participação social e política dos estudantes. Neles, os alunos de cada escola poderiam acompanhar as decisões e propor medidas para direcionar essa aplicação de recursos.

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