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IFPA campus Bragança ganha bosque com espécies nativas

Publicado: Quarta, 23 de Outubro de 2019, 08h48 | Última atualização em Sexta, 17 de Janeiro de 2020, 12h51 | Acessos: 2195
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Mudas de árvores da Amazônia, algumas delas com alto risco de extinção, agora poderão ser vistas dentro do IFPA campus Bragança. Iniciado em junho, o projeto de criação de um bosque em uma área degradada do campus começa a dar resultados: sumaumeira, pau-preto, mogno brasileiro, cajuaçu, copaíba e andiroba são algumas das espécies da primeira leva de plantio, que segue o contorno de uma trilha aberta para receber visitantes. É o primeiro passo de um projeto maior, que inclui a requalificação de outras áreas de mata que sofreram a supressão vegetal no passado - e que começam agora a ganhar um novo colorido. 

O projeto de extensão Trilhas do Conhecimento, coordenado pelo professor Roberto Senna,  inclui o levantamento das espécies na área do IFPA com o objetivo de trabalhar a educação ambiental e a preservação da área verde do campus. Estão envolvidos nas ações do projeto os estagiários e bolsistas do Eco Espaço dos cursos de Gestão Ambiental e Agroecologia e os alunos do curso técnico de Meio Ambiente da Escola Técnica do Estado do Pará (Etepa) Rio Caeté que fazem estágio dentro do campus. 

A iniciativa de criar um bosque com uma trilha para visitantes vai transformar a área mais próxima ao Bloco de Laboratórios em um espaço de contemplação da flora nativa. O processo de reflorestamento é lento e requer o acompanhamento a longo prazo da equipe do Eco Espaço, de onde saem as mudas plantadas pelos estudantes. Algumas delas foram produzidas com sementes doadas por servidores do campus, pelo Museu Emílio Goeldi, em Belém, ou coletadas dentro da área do município.

Trilhas conectam espaços

As mudas plantadas em junho levarão meses, talvez anos, para ganhar porte. A primeira trilha liga o Eco Espaço ao Tio Bill, uma sala de aula a céu aberto, sob a sombra de árvores de grande porte. A trilha segue até próximo o acesso ao Restaurante Estudantil.

“Esse bosque tem como finalidade atender o processo de formação dos alunos do campus”, explica o professor Roberto Senna, responsável pelo projeto e membro da Comissão Interna de Meio Ambiente do campus. “Servirá também para atender necessidades de outras instituições de ensino públicas da região bragantina”, diz o professor. 

A próxima etapa do projeto vai ocorrer durante a Semana da Água e da Árvore Amazônica, em março de 2020, quando está previsto um evento para apresentar a primeira trilha à comunidade. Neste momento o espaço também será batizado. A campanha para a escolha do nome do bosque do IFPA campus Bragança vai envolver toda a comunidade, com a coleta de sugestões entre alunos, servidores e visitantes. Quer sugerir um nome? Deixe o seu comentário na postagem!

Veja o vídeo:

 

 

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