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Turma de Gestão Ambiental faz visita técnica ao lixão de Bragança

  • Publicado: Quinta, 26 de Abril de 2018, 20h46
  • Última atualização em Terça, 19 de Junho de 2018, 10h08
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Alunos do curso de Gestão Ambiental visitaram, na quarta-feira (26), o lixão que recebe os resíduos sólidos produzidos pelos moradores de Bragança e Augusto Corrêa. A atividade interdisciplinar, proposta pelo professor Dr. Renan Bernardi, que ministra a disciplina de Ecologia Geral, também abordou aspectos sociais e de educação ambiental na área, que serve para o sustento de famílias de catadores que vivem na comunidade do Marrocos, instalada às proximidades.

  

 A atividade foi acompanhada pelas professoras Tuany Costa, de Sociologia, e Francisca Socorro Peixoto, coordenadora do curso de Gestão Ambiental.

  

 No local, a turma 2018 pôde visualizar a realidade do lixão e das comunidades que dependem dele, analisar a interação com aquele ecossistema e observar os animais que utilizam a área, hoje bastante degradada. Também puderam discutir o risco de contaminação do solo e do lençol freático e a proximidade da área de destinação de resíduos com o rio Chumucuí, onde ocorre a captação da água que abastece a cidade, a 1,5 km do lixão.

Sobre a visita, os alunos vão preparar relatórios que servirão como parte da avaliação das disciplinas envolvidas na atividade.

  

Destinação inadequada

Sancionada em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (lei federal 12.305/201) estabeleceu prazos para que as prefeituras se adequassem à necessidade de criação de aterros sanitários e extinção dos lixões, como o de Bragança. Pela lei, o lixão deveria ter sido extinto em 2014, dentro de uma política de destinação de resíduos sólidos, com a criação de um aterro sanitário.  

Um projeto de lei em tramitação no Senado tenta prorrogar o prazo. Pelo texto da PL 425/2014, Bragança (e os demais municípios com mais de 100 mil habitantes) teria postergado até 31 de julho de 2019 a legalidade do funcionamento do lixão.

  

A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que, até 2013, menos da metade dos 5.456 municípios do País fazia a disposição adequada dos resíduos produzidos. A Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe) aponta que 48% dos resíduos sólidos coletados no país ainda tem os lixões como destino final.

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